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O Google está elaborando um conjunto de diretrizes que orientarão seu desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial para os militares. Conforme relata o The New York Times, ainda não está claro quais serão esses princípios éticos, mas sabe-se que a empresa quer proibir o desenvolvimento de armamento alimentado por inteligência artificial.

No início do ano, cerca de 4 mil funcionários do Google assinaram uma petição exigindo que a empresa não trabalhasse no desenvolvimento de tecnologia para o setor de defesa dos Estados Unidos, após rumores de que a companhia estava fechando um acordo com o Pentágono, e um outro grupo de colaboradores pediu demissão.

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Além disso, executivos da DeepMind, empresa de inteligência artificial adquirida pelo Google em 2014, também afirmaram se opor à realização de trabalhos militares e de vigilância.

Por mais que o Google garanta que a tecnologia oferecida ao Pentágono é inofensiva, o tema virou rotina entre as reuniões e debates dentro da empresa. Por conta disso, o Google deve divulgar nas próximas semanas uma série de diretrizes éticas sobre trabalhos voltados para militares.

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